15 de dezembro na história da TV: em 1979, último capítulo de Cabocla


Confira os destaques do dia 15 de dezembro na história da televisão brasileira:

No dia 15 de dezembro de 1971, às 19h, estreava a novela Sol Amarelo (Record).

O folhetim, de Raimundo Lopes, partia de um homem - Januário (Geraldo Del Rey) - que pretendia vingar a morte da noiva, assassinada na porta da igreja. Seu alvo era Zé Touro (Rogério Márcico), bandidão que aterrorizava a cidadezinha de Rosário. A trama foi acusada de plagiar a radionovela As Aventuras de Jerônimo, o Herói do Sertão, lançada na década de 1950 e levada para a TV pela Tupi em 1972.



No dia 15 de dezembro de 1971, às 20h, estreava a novela Quarenta Anos Depois (Record).

Obra escrita por Lauro César Muniz; continuação imediata de seu folhetim anterior, Os Deuses Estão Mortos (1971). Aqui, a família Almeida Santos, endinheirada na época do ciclo do café, precisava lidar com tempos de penúria (para eles), o da industrialização e do avanço da classe média. Fúlvio Stefanini e Márcia Maria surgiam em papel duplo, os avós e netos Leonardo e Veridiana.



No dia 15 de dezembro de 1972, terminava o jornalístico Foco na Notícia (Cultura).

Este foi o primeiro programa com caráter jornalístico da TV Cultura, tendo apresentação de Nemércio Nogueira.

No dia 15 de dezembro de 1979, terminava a primeira versão da novela Cabocla (Globo).

Esta transposição para a TV do romance homônimo de Ribeiro Couto, escrita por Benedito Ruy Barbosa, trazia os então namorados Gloria Pires e Fábio Jr como os apaixonados Zuca e Luís Jerônimo. Cabocla também retratou o envolvimento amoroso e político de Neco (Kadu Moliterno) e Belinha (Simone Carvalho), filhos dos rivais Boanerges (Cláudio Corrêa e Castro) e Justino (Gilberto Martinho).



No dia 15 de dezembro de 1987, terminava o humorístico Viva o Gordo (Globo).

Este humorístico de Jô Soares, o primeiro solo, ironizava a política e os costumes do país. Personagens como Bô Francineide, Reizinho, Vovó Naná, Zezinho e o Capitão Gay, ao lado de seu ajudante Carlos Suely (Eliezer Batista), fizeram história! Foram sete anos de êxito, com exibição sempre às segundas-feiras, até Jô optar pela transferência para o SBT, onde passou a comandar o talk-show 'Onze e Meia'.



No dia 15 de dezembro de 1999, estreava a minissérie Luna Caliente (Globo).

Exibida em 3 capítulos, a produção adaptava a obra de Mempo Giardinelli, trazendo Ana Paula Tabalipa e Paulo Betti nos papéis principais. Ele vivia Ramiro, um homem seduzido pela adolescente Elisa (Tabalipa). Após assediar a menina, filha de amigos de sua família, o escroque a sufoca. O crime não é segredo para Bráulio (Tonico Pereira), pai da jovem, que termina assassinado por Ramiro. Dias depois, ele descobre que Elisa está viva - a esta altura, a polícia já está em seu encalço.



No dia 15 de dezembro de 2008, estreava o humorístico Uma Escolinha Muito Louca (Band).

Tendo Sidney Magal como professor, o programa resgatava a fórmula eternizada por Chico Anysio, contando com novos alunos. Destaque para Elvira Alfacinha (Pâmela Côto), uma portuguesa que afirmava que todos os termos em inglês tinham origem em seu país, e Krika Telé (Márcia Kaplun), uma atendente de telemarketing. Nomes do casting da Band - como Daniel Bork e Renata Fan - gravaram participações.


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