Boato de saída de Schroder volta a rondar bastidores da Globo; emissora novamente nega mudança



Uma conversa antiga voltou a ganhar os bastidores da Globo nesta semana. Em abril, parte da imprensa noticiou que Carlos Henrique Schroder, atual diretor geral da emissora carioca, poderia deixar o cargo em agosto.

Na época, a própria Globo negou veementemente o fato. Disse que Schroder estava muito bem e que não havia necessidade de troca no atual momento que o canal vive, de bons resultados de Ibope e financeiros, mesmo com a crise que assola o Brasil.



Mas nesta semana, o boato voltou a ganhar força. Tanto que, desta vez, eram cogitados quais seriam os dois principais nomes para assumir a direção geral da Globo a partir da saída de Schroder.

O primeiro deles é Rossana Fontenele, diretora de Recursos Humanos da Globo. Seria a volta de uma mulher à principal cadeira global, que já foi ocupada por Marluce Dias entre 1998 e 2002.

O segundo nome dito nas rodas de conversas foi Willy Hass, diretor de novos negócios da Globo. Willy tem ótima relação com o mercado publicitário e tem sido elogiado por todos os setores pelo seu desempenho em época de crise.

O TV História consultou a Central Globo de Comunicação que, novamente, negou que Schroder irá sair da emissora. "É um boato antigo, não tem porque o Schroder sair nesse momento. Ele está muito bem na direção geral da Globo", disse em comunicado.

Schroder está no canal desde 1982, quando entrou na RBSTV, afiliada da Globo no Rio Grande do Sul, onde começou como editor do Bom Dia Rio Grande. No final de 1984, foi convidado a assumir a produção do jornal Hoje, então baseada no Rio de Janeiro.

Nessa época, Carlos Henrique Schroder participou do Centro de Produção de Notícia (CPN), onde editores, produtores e repórteres da TV Globo definiam como seriam as coberturas da emissora. Foi editor-chefe do Jornal Hoje, depois produtor e editor dos assuntos nacionais do Jornal Nacional, entre 1988 e 1989.

No final da década de 1990, passou a ocupar o cargo de diretor de planejamento da CGJ, nova denominação para a função de diretor de produção. Em março de 2000, voltou a conciliar o trabalho na direção de planejamento com as funções de diretor editorial. Em junho do ano seguinte, depois do falecimento do jornalista Evandro Carlos de Andrade, foi convidado a assumir a direção da Central Globo de Jornalismo.

Em 2009, Schroder deixou a direção da Central Globo de Jornalismo, sendo promovido à Direção Geral de Jornalismo e Esportes, comandando assim a

CGJ (assumida por Ali Kamel) e a recém-criada Central Globo de Esportes (dirigida por Luiz Fernando Lima).

Assumiu o cargo de diretor geral da TV Globo a partir do início de 2013, substituindo Otávio Florisbal, que passou a fazer parte do Conselho de Administração, tendo Ali Kamel assumido a Direção Geral de Jornalismo e Esportes.

O principal acerto de Schroder foi informalizar o jornalismo da emissora, lançando um novo formato do Jornal Nacional em 2015. Ele também organizou funções no entretenimento do canal, uma delas foi colocar o autor Silvio de Abreu na supervisão geral de dramaturgia diária.


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